terça-feira, 31 de agosto de 2010


Nos Alpes Italianos existia um pequeno vilarejo que se dedicava ao cultivo de uvas para produção de vinho. Uma vez por ano, acontecia uma grande festa para comemorar o sucesso da colheita.

A tradição exigia que nessa festa cada morador do vilarejo trouxesse uma garrafa do seu melhor vinho para colocar dentro de um grande barril, que ficava na praça central.
Um dos moradores pensou: “Por que deverei levar uma garrafa do meu mais puro vinho? Levarei água, pois no meio de tanto vinho, o meu não fará falta.” Assim pensou e assim fez.
Conforme o costume, em determinado momento, todos se reuniram na praça, cada um com sua caneca, para provar aquele vinho, cuja fama se estendia muito além das fronteiras do país.

Contudo, ao abrir a torneira, um absoluto silêncio tomou conta da multidão. Do barril saiu… Água! “A ausência da minha parte não fará falta.” Foi o pensamento de cada um dos produtores.

Muitas vezes, somos conduzidos a pensar: “Tantas pessoas existem neste mundo! Se eu não fizer a minha parte, isto não terá importância.” Será?

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

domingo, 29 de agosto de 2010

Vale a pena ler

Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: "Tenho algo importante para te dizer." Ela se sentou e jantou sem falar uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos.

De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.

Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: "Por quê?"

Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou: "Você não é homem!" Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouvi-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais, e sim à Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.

Sentindo-me muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa.

Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia, mas eu não voltaria atrás no que disse, pois amava Jane profundamente. Finalmente, ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora.

No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada à mesa, escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane.

Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir.

Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possível. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus exames no próximo mês e precisava de um ambiente propício para preparar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais.

Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos, e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu, então, percebi que ela estava completamente louca, mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.

Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a ideia totalmente absurda. "Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio", disse Jane, em tom de gozação.

Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então, quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo: "O papai está carregando a mamãe no colo!" Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho: "Não conte para o nosso filho sobre o divórcio." Eu balancei a cabeça, mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.

No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção nessa mulher. Ela certamente havia envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar nesse estado.

No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com o corpo dela. Essa mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.

No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada à Jane, mas ficava cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. “Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício”, pensei.

Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles, mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse: "Todos os meus vestidos estão grandes para mim." Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.

A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso. Ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração... Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.

Nosso filho entrou no quarto nesse momento e disse: "Pai, está na hora de você carregar a mamãe." Para ele, ver seu pai carregando sua mãe todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de ideia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.

Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já havia ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: "Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo."

Eu não consegui dirigir para o trabalho. Fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de ideia. Subi as escadas e bati na porta do quarto. Jane abriu a porta e eu disse a ela: "Desculpe, Jane. Eu não quero mais me divorciar."

Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa: "Você está com febre?" Eu tirei sua mão da minha testa e repeti "Desculpe, Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa, no dia do nosso casamento, para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe.

Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouvi-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.

Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: "Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe."

Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama, morta.
Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando havia vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio, e prolongou a nossa vida juntos, proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.

Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício à felicidade, mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa; faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!

Se você não dividir isso com alguém, nada vai te acontecer.

Mas se escolher enviar para alguém, talvez salve um casamento.
Muitos fracassados na vida são pessoas que não perceberam que estavam tão perto do sucesso e preferiram desistir.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

A Verdadeira Prioridade

Existe uma enorme falha em nós, mulheres cristãs, nos dias de hoje. Vivemos cada dia,
como se o amanhça não existisse, visando os nossos próprios interesses e buscando ter uma vida melhor,
apesar de tudo o que as promessas de Deus podem nos dar. Lutamos e nos esforçamos para ter uma vida melhor,
um marido, uma família, um negócio, uma cura... Contudo, nos esquecemos de cuidar da única parte de nossa vida
que dura para sempre: a vida espiritual.
Não é errado lutar por bençãos, afinal de contars, o Senhor Jesus nos deu o direito de sermos saudaveis, felizes e
realizadas. Entretanto, estas não devem ser as prioridades de alguém que sabe discernir as coisas eternas das coisas
temporarias. Do que adianta uma mulher finalmente achar um marido se a mesma não tem força interior
para dar suporte ao casamento? Do que adianta uma pessoa ser curada e, ainda assim, ser espiritualmente doente?
Do que adianta o marido voltar para casa se o que vai encontrar será aquela mesma mulher que ele suportou
por de anos? Como pode um familiar querer conhecer o Senhor Jesus se a punica pessoa que ele poderia tomar como
exemplo vive uma vida completamente vazia?
Nossa vida espitual determina tudo em nossa vida. Se sou nascida de Deus, vou vencer tudo o que fizer. Mas se não sou nascida
de Deus, vou lutar para conquistar e nunca estarei satisfeita, porque não tenho aquilo que preciso patra manter todas as bençãos
que conquisto: Deus dentro de mim. Há pessoas que ouvem falar sobre o novo nascimento o tempo todo, mas porque
não fazem disso uma prioridade em sua vida, não o têm.
A mulher sábia sabe como priorizar as coisas em sua vida,ou seja, ela sabe organizar as suas tarefas de acordo com a sua
importância ou urgência. Qual é a coisa mais importante que uma mulher pode ter? Não é a sua própria vida?
Então,esta deve ser a sua prioridade - antes mesmo do seu casamento, dos filhos, do trabalho, da família e da sua saúde!
Não faz sentido estabelecer metas se você não tem força interior, ou seja, vida espiritual! Maridos partem, filhos decepcionam,
empregos são perdidos, dinheiro é gasto, saúde esta sempre correndo riscos e sonhos sempre existirão, mas nosso espiríto viverá
eternamente, seja em paz ou em tormento. Não seria esse o futuro do qual deveriamos cuidar?
O mundo nos faz cegas para a realidade da vida. Ele oferece entretenimento e prazeres além das nossas necessidades,
e nos sentimentos até sufocadas por causa de suas cores forts e atraentes. É tudo uma ilusão! Todo filme que você assiste,
toda música que ouve, todo artista que você aplaude, por trás das câmaras e da forte maquiagem existe uma alma que esta perdida,
um espiríto vazio completamente ignorante a respeito do verdadeiro sentido da vida. O que você prefere: Ter uma vida de sucesso
por alguns anos ou ter uma vida realizada e feliz por toda a eternidade? Você decide!

D. Cristiane Cardoso, retirado do Livro Melhor do que Comprar Sapatos

segunda-feira, 23 de agosto de 2010


Aconteceu algo muito bom pra mim e eu queria poder compartilhar com todas(os) que por aqui passassem...

Jesus nos ama, e ama muito.

Imagina o seu maior sonho. Esse, esse mesmo... É tudo que você queria ter e mesmo sem ter ama muito. Então isso mesmo...

''Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.'' Jo 3:16

Deus também sonhou muito com alguma coisa, sonhou todos os dias e queria tanto que deu Seu Unico Filho por causa do Seu sonho. E o sonho de Deus somos nós. Cada um de nós! Ele anseia por nós, tem ciumes de nós, e até quantos fios de cabelo tem nas nossas cabeças Ele sabe porque do Santo Trono dEle Ele fica olhando e admirando nossa beleza e o quanto somos perfeitas aos Seus olhos. Mas há um porém...
Por não sermos perfeitas nos apoiamos nisso e a gente sempre erra, e não percebe que certas atitudes entristecem Deus. Ele fica triste quando vê a gente andando no caminho errado, fica triste quando a gente olha pra trás e desiste porque Ele deu a vida para que nós viessemos a vencer em TUDO...Mas não é isso que tem acontecido. Os Seus filhos tem vivido uma vida errada, uma vida triste, de mágoas e angústias. E se, por acaso, você não sabia, isso não é de Deus. É de Deus uma vida abençoada, próspera, o seu casamento feliz e que você tenha intimidade com Deus. Deus tem feito todos os instantes sacrificios para que a SUA VIDA seja assim mas depende mais ainda de uma atitude sua porque se você não quiser ser motivo de felicidade para o seu Pai, o que Ele poderá fazer?
Jesus te ama e anseia por sua felicidade mas precisamos de Deus e também reconhecer que precisamos dEle para alcançarmos nossos sonhos. Reconheçamos então o que tem faltado e vamos caminhar para viver a vida que sempre sonhamos e mais ainda que Ele tem sonhado pra nós!! Amém amigas, VITÓRIA É NOSSA!!!


''E CONTOU-LHES também uma parábola sobre o dever de orar sempre, e nunca desfalecer'' Lc 18:1

domingo, 22 de agosto de 2010

O que pensam de mim?


Essa tem sido a questão que vem incomodando os fracos. Preocupam-se demais com sua ''imagem'' diante dos outros. Daí a razão de muitos suicidios. O mal tem se aproveitado disso e fortalecido sua voz no interior deles.

Um velho sábio, descrevendo seus conflitos, disse: - Dentro de mim existem dois cachorros: um deles é cruel e mau; o outro é muito bom e dócil. Os dois estão sempre brigando.

Quando, então, lhe perguntaram qual dos cachorros ganharia a briga, o sábio parou, refletiu e respondeu: ''Aquele que eu mais alimentar''.

Na minha infância, sempre fui motivo de zombaria. Tanto por colegas da minha idade, quanto por alguns adultos. Meus defeitos físicos alimentavam suas críticas e eles se aproveitaram. Por conta disso, meus complexos aumentava. Foi o encontro com o Senhor Jesus que mudou meu viver. Ele matou o cachorro mau e fiquei livre. Então, Lhe dei toda a minha vida.

Essa oferta de sacríficio trouxe graves consequências para o inferno. Como o resultado, nasceu o ódio dos que lá vivem e as críticas à minha pessoa se ''MILtiplicaram''!

Mas, e daí? Se o cachorro mal está morto, quem poderá ressuscita-lo?

Sigo caminhando e conquistando em parceria com Ele. Bom para o Reino de Deus. Mau para o reino do mal.

Livro Mensagens Do Meu Blog, Bispo Macedo, pg 51